Dançam eternamente em uma jornada
em trevas
A morte nos traz a despedida
A vida, o início de uma nova ida.
A morte não é o fim absoluto
A vida é um ciclo constante e astuto,
Resume a sina do matuto!
A morte é um renascer em outro reduto
A vida, um mistério com presunto.
A vida é uma chama que arde,
A morte é um vento que invade
Mas a vida não se extingue
E a morte não é o fim do bilíngue
E que juntas formem a dualidade,
de um mero rapaz
É a eterna dança da humanidade:
que compraz!
Gabriel
Rodriguez


Poema perfeito, continue postando mais. Curti o blog.
ResponderExcluirMuito bom, continue postando. Sucesso!
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