Culto ao “ódio” (com amor de trovador)
Gabriel Rodriguez
Moro de ódio do amor que ainda sinto por ti
Estou rancoroso do beijo que não dei
Do carinho que se foi...
Do afago que não tenho!
É tanta raiva que extra-borda em flores de luz e prazer
A morte que desejo é que a vida esteja eternamente no seu cheiro de orvalho
Nos mares e rios ...
O Desejo que tenho que morra de paixão
E que um dia vire amor e não ilusão
Neste êxtase de culto ao amor, só mais ‘ódio’.
Entretanto, no peito e na dor,
é da boca para fora!
É sabido: é só amor!
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