IN loco: Doença Coletiva Mental e Manipulação Social, teoria da conspiração ou/e andando
dentro do MATRIX para "o fim/enfim".
Uma análise das
interações entre a mídia, a indústria alimentícia, farmacêutica e as
influências religiosas revela um panorama alarmante da sociedade contemporânea,
rumo a mais uma teoria da conspiração? Difícil
definir até aonde vai a tal verdade! A “doença mental coletiva” que se observa
atualmente parece ser intencionalmente cultivada por alguém/grupo ‘escuso’, com
o objetivo de manter as pessoas presas em uma caverna do sistema de ignorância
e instintos, onde o medo, a culpa e a dependência do outro se tornam
ferramentas de controle social em massa. Salientasse que essa pequena reflexão se
baseia (em parte) no conceito inconsciente coletivo de Carl Gustav Jung, que
sugere que padrões compartilhados de comportamento e percepção moldam a
experiência humana.
A mídia é um dos
principais agentes que perpetuam essa doença coletiva. O “bombardeio” constante
de informações negativas sobre crises sociais, desastres naturais, violência,
guerras, e pandemias não apenas informa, opina, planta ideias e sugere uma
realidade apocalíptica ao futuro (paranoia). Essa narrativa, no que tudo indica
é proposital, pois mudam de um estado natural, calmo, racional para manterem as
pessoas em um estado contínuo de pânico e medo. Esse estado emocional ativa a
mente reptiliana, que é responsável por reações instintivas e impulsivas,
favorecendo o consumismo exacerbado e as compulsões alimentares e outras
tantas.
Outrossim, a
manipulação ( e a seletividade) da informação
pela mídia pode ser vista como uma estratégia deliberada para manter a
população em um estado de vulnerabilidade, talvez queira introduzir carências,
dependência e não autonomia e poder de potência, tão libertador, aprisionando no caos, “vítimas algozes”, no
intuito de perpetuar o "status quo", controle social, e manutenção do
poder. Ao explorar
medos primordiais, a mídia não gera apenas ansiedade, mas também fomenta um
ciclo vicioso onde o medo se torna um motivador para o consumo excessivo e a
conformidade social. Neste sentido “a sociedade do medo", descrita por
Raquel do Rosário e Diego Augusto Bayer, é um reflexo dessa dinâmica, onde o
controle social é alcançado através da exploração das inseguranças humanas.
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