sexta-feira, 14 de julho de 2023

 

 

Conflitos da Existência?!

 Gabriel Rodriguez





No silêncio da noite, questiono ao Criador,

Por que a vida é efêmera e cheia de dor?

Por que nos deu a existência, apenas para partir,

E deixar-nos a enfrentar o vazio a se expandir?

 

Deus, se me criaste, por que me condenas assim?

Por que tamanha crueldade em teu desígnio sem fim?

Uma criatura tão linda, repleta de emoção,

Deve-se abster de viver, sofrendo a escuridão?

 

Se és o Senhor do universo, onde está a razão,

Em permitir que a velhice traga solidão?

Com o tempo, a saúde se esvai e se esgota,

Enquanto a morte, impiedosa, nos devora por toda sorte

 




É difícil compreender os desígnios celestiais,

Quando a finitude nos ronda em rituais.

Deus, se me criaste, imploro por um sentido,

Para enfrentar a velhice e suas dores sem fim.

Um sorriso, um alento, uma oração, um suspiro ... 

Responde, tamanha criação! 


Mas mesmo no desespero e na busca por respostas,

Encontro coragem para encarar as tormentas mais duras.

Mesmo na sombra da morte, a fortaleza,

Para encontrar paz e significar a "tal" incerteza florescer.

 

Que a velhice não seja apenas um fardo a carregar,

Mas um momento de sabedoria a se valorizar.

Na perda da saúde e na aproximação da morte,

Encontramos a força para viver cada dia mais forte.

Que não caiba a sorte

Mil recursos celestiais, ao Deus pai!



 

Deus, se estás aí, ouça meu clamor,

Guie-me pelo caminho da paz e do amor.

Mesmo em meio às dúvidas, encontre-me no fim,

Para que eu possa enfrentar a velhice com esperançar da vida eterna!

Por fim, ....





Resumo: Este poema reflete a contestação em relação a Deus, expressando a perplexidade diante do sofrimento e da efemeridade da vida. Ele busca encontrar respostas para as perguntas angustiantes que surgem diante da aparente injustiça e abandono divino.

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