Conflitos da Existência?!
No silêncio da noite, questiono ao Criador,
Por que a vida é efêmera e cheia de dor?
Por que nos deu a existência, apenas para partir,
E deixar-nos a enfrentar o vazio a se expandir?
Deus, se me criaste, por que
me condenas assim?
Por que tamanha crueldade em
teu desígnio sem fim?
Uma criatura tão linda,
repleta de emoção,
Deve-se abster de viver,
sofrendo a escuridão?
Se és o Senhor do universo,
onde está a razão,
Em permitir que a velhice
traga solidão?
Com o tempo, a saúde se
esvai e se esgota,
Enquanto a morte, impiedosa,
nos devora por toda sorte
É difícil compreender os
desígnios celestiais,
Quando a finitude nos ronda
em rituais.
Deus, se me criaste, imploro
por um sentido,
Para enfrentar a velhice e
suas dores sem fim.
Um sorriso, um alento, uma oração, um suspiro ...
Mas mesmo no desespero e na
busca por respostas,
Encontro coragem para
encarar as tormentas mais duras.
Mesmo na sombra da morte, a fortaleza,
Para encontrar paz e
significar a "tal" incerteza florescer.
Que a velhice não seja
apenas um fardo a carregar,
Mas um momento de sabedoria a se valorizar.
Na perda da saúde e na
aproximação da morte,
Encontramos a força para
viver cada dia mais forte.
Que não caiba a sorte
Mil recursos celestiais, ao Deus pai!
Deus, se estás aí, ouça meu
clamor,
Guie-me pelo caminho da paz
e do amor.
Mesmo em meio às dúvidas,
encontre-me no fim,
Para que eu possa enfrentar
a velhice com esperançar da vida eterna!
Por fim, ....
Resumo: Este poema reflete a contestação em relação a Deus, expressando a perplexidade diante do sofrimento e da efemeridade da vida. Ele busca encontrar respostas para as perguntas angustiantes que surgem diante da aparente injustiça e abandono divino.
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