Vozes da Preservação: Um Chamado pela Natureza!
Gabriel Rodriguez
Na Floresta dos Lamentos, um triste clamor ressoa,
Ecoando o desespero da mãe natureza que chora.
A destruição das matas, uma ferida aberta,
Enquanto a ganância humana não se liberta.
No horizonte sombrio, poluição se espalha,
Envenenando rios, o ar que se respira e a vida que se embala.
Índios, guardiões da terra, em luta constante,
Preservando culturas, histórias e sonhos vibrantes.
Mas a cobiça voraz, como uma sombra nefasta,
Espalha o mercúrio impiedoso na extração do ouro que se arrasta.
Os Yanomami tombam, vítimas dessa ganância desmedida,
Enquanto suas vozes ecoam, clamando por justiça perdida.
Queima-se a mata, na passada da boiada insensível,
A ganância que não enxerga além do lucro visível.
Madeireiros impiedosos, árvores tombam ao chão,
Cortando laços ancestrais, um patrimônio em vão.
Mas há esperança naqueles que se erguem,
Defendendo a Amazônia, enquanto o mundo se nega a enxergar.
Guardiões da floresta, defensores da vida,
Lutando por um futuro onde a natureza seja ouvida.
Preservar é preciso, é um grito urgente,
Cuidar do meio ambiente é um dever latente.
Unir forças, despertar consciências, agir com amor,
Para que a natureza resista e floresça em esplendor.
E que o eco dos nossos passos deixe um legado de preservação.
Em cada verso deste poema, ecoa o chamado,
Para honrar a natureza e garantir sua eterna proteção.
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